A quick proof of concept test for the following technique:

  • environment re-mapped into the couch (sofa) – using IBL Toolkit
  • shape-key deformed and animated geometry

The final goal is to have the mapping handled internally by the render engine (Luxrender, although I used Cycles for this test). That way the light support geometry (e.g. the ceiling) can be transformed as well and the shadows should dance around.

They are two key elements here, to help  to produce this effect.

Sofa modeled using the background plate as reference

First of all we need to model the sofa geometry. For that we need to project the background in the 3d view as it will look in the final render. This is accomplished with a GLSL filter running on top of the 3dview.

Sofa UV mapped to the background panorama

The second part is to project the UV to match the original image. This would be really tricky if the object were in the edge of the image, but for this case is more doable. Both those problems are handled by IBLToolkit.

(and yes, I know the animation could be better and I could map only one of the pillows. This is a quick tech test though ;))

credits: Dalai Felinto, Mike Pan (Blender) and Sherman Lai (post processing)

 It’s available on Ted Talk the presentation from Dr. Pauly on the ocean’s shifting baseline. The key idea is that we need to stick to a baseline in order to develop a more reliable feeling on the changes that are happening.


But what happens when we can’t see the baseline? In this case the use of simulations – films and images – can be of great help. In the final slide of his presentation, Dr. Pauly showed an image to suggest a simulated ocean in 2010. You can see this at ~ 8:12.

This is not one my favourite works, but it’s an important one. This image was made based on a still from the first animation made in Blender I worked on, back from early 2009: The Life in The Chesapeake Bay. It’s nice to look back and admire how many chances to improve my work I got.

To work with science communication is a thrill, and to have this work recognized really makes my day. Note that this image is not being used only to illustrate a particular ocean scenario. The image is there to make a point. To reenforce the role of art in the understanding of our lives.

. . .

And yes, it’s always great to spread Blender around the world, even when people are unaware of it (I was going to do a screenshot from the Blender file but I can’t find it – it took TedTalk way too long to make the stream online available 😉

 

A belated thank you for Villy Christensen, Sherman Lai and Mike Pan for the opportunity of doing the  original project together. And for York University and the unexpected strike in late 2008 😉 God and his crooked lines, go figure.

Welcome, I’m your Oracle. What would you like to know?

Those promising first lines announce what is to come. A virtual avatar who will walk you through a journey of knowledge and discovery.

This was our first take, a prototype if you will, in creating ways to communicate global data on the ocean possible futures and the scientific models underneath the predictions. As part of the NF-UBC Nereus Program.

If you wanna learn more about the science underneath the project, and the whereabouts, go check the official press-release:
http://www.publicaffairs.ubc.ca/2012/01/03/the-oracle-meets-nereus-predicting-the-future-ocean/

 

Read More →

Parece que cada vez mais o Blender está ganhando mais adeptos. Um dos fatores que contribuem para isso (além da excelente qualidade do programa e do seu custo/beneficio) é a disponiblidade de materiais didáticos.

Este tipo de material serve como referência para quem está estudando Blender e de quebra ainda serve como material de divulgação do Blender.

Com este pensamento em mente, uma equipe de artistas de Minas Gerais resolveu começar um projeto de um curta-metragem feito com o Blender. O projeto é um open-movie, ou seja, será disponibilizado na internet junto com todo o seus arquivos, para ser estudado livremente.

O nome do projeto é Paper Orange, e tive a oportunidade de entrevistar a equipe que está trabalhando nele. Se você entende inglês não deixe também de conferir o site deles – http://detaillibrary.blogspot.com – Se você não entende dê uma olhada lá do mesmo jeito, os estudos disponíveis estão bem legais.

parte 01 da entrevistaparte 02 da entrevistaparte 03 da entrevista

ENTREVISTA 01 de 03 – Eduardo Damasceno:
De onde você é?
Eu sou de Formiga. Mas pode falar que todo mundo é de Belo Horizonte. “Ou então fala que a gente é de São Corisco. Isso, San Corisco. Capital nacional do apito a jato.” *

Como você começou a trabalhar com o Blender?
Eu ainda não trabalho com Blender. Mas o projeto (e o Windows Vista) foram incentivos monstruosos para que eu finalmente fizesse minha migração 100% gnu-linux. O Gimp é meu carro chefe e fico cada dia mais feliz com o programa e por saber que qualquer problema que eu encontre ou qualquer ferramenta que eu precise, tenho onde e com quem conversar e alguma coisa será feita, porque a organicidade, esse sentimento de sempre vivo e sempre e movimento do software livre é impressionante.

O que você pensa sobre as oportunidades para quem quer trabalhar com o Blender no mercado nacional?
Se for considerar o que nosso “Produtor-Executivo-Chefe-do-departamento de Tecnologia-co-diretor” fala do programa eu não vejo porque ainda usam outros softwares 3D.

Fale um pouco sobre o projeto:
The Detail Library ou Biblioteca de Pormenores é um projeto que une uma necessidade quase biológica dos envolvidos de produzir entretenimento com a possibilidade de aprender, ensinar e divulgar o software livre. Tínhamos pessoas extremamente interessadas em produzir animação e que eram também professores de uma forma ou de outra, então era interessante para todos não necessariamente “mostrar pro mundo” mas percebermos que era possível produzirmos animação, produzirmos entretenimento sem investimentos absurdos (na verdade sem nenhum investimento) e unir isso à vontade das pessoas de aprender e ensinar. Parece utópico falando desse jeito, mas a grande diferença desse projeto para outros empreendimentos suicida-românticos é justamente a ênfase no processo. Não é “Uma batalha épica contra o sistema para provar que é possível produzir entretenimento inteligente desvinculado das grandes coorporações.” Estamos nos divertindo, e aprendendo no processo, é isso.

Os envolvidos estão aprendendo e ensinando o tempo todo, e se tornando artistas melhores, mais competentes e se considerarmos do ponto de vista da utilização de software… mais livres. Está sendo criada uma entidade, uma comunidade – Biblioteca de Pormenores -, que vai se desfazer uma vez que o filme estiver pronto e distribuído, mas as pessoas serão profissionais melhores no fim disso, e não tenho dúvida de que o próximo projeto, mesmo que seja com a mesma equipe, terá outro espírito, porque se há uma coisa que me mantém viciado em produzir o que for preciso para o filme, é o desafio que nos impomos constantemente de DESCOBRIR como resolver o que for preciso para atingirmos o que queremos. Só assim exigimos de nós mesmos e impomos nossas vontades aos softwares, sem nos tornarmos dependentes, deslumbrados ou idólatras deles.

Quais são seus próximos projetos?
Não faço a menor idéia…. parei de fazer planos tem mais ou menos um ano. Mas considerando as probabilidades, deve ser outro curta metragem animado, com grandes chances de ser ambientado aqui mesmo em San Corisco.

Você sugere algum caminho específico para quem está querendo trabalhar com 3D e/ou animação?
Se parece divertido, e você só percebe o tanto que foi difícil depois, então provavelmente é por aí.

Você tem alguma mensagem para quem está começando no Blender?
Parabéns… Eu ainda não comecei, então vocês já estão muito na minha frente.
Tem mais alguma pergunta que você gostaria de responder e eu não tive a criatividade de perguntar?
Acredito que não… mas eu ainda fico me perguntando como que tanta gente entrou nessa furada!? Parece mágica. E eu fico muito feliz de estar aqui agora, no meio disso tudo.

Eduardo Damasceno
“Co-diretor-co-roteirista-diretor-de-arte-chefe-do-departamento-de-conceito-curte-um-café”


Paper test from detail library on Vimeo.

Em breve a segunda e a terceira parte da entrevista.
Abraços,

Dalai

parte 01 da entrevistaparte 02 da entrevistaparte 03 da entrevista