Desde que eu comecei a me interessar profissionalmente por animação que eu não deixo de assitir aos extras de um DVD do gênero que passe pelas minhas mãos.

Infelizmente – talvez pelos altos impostos ou o olho gordo das distribuidoras, o preço de um lançamento original chega a R$60,00 nas lojas.

Por outro lado, recorrer à pirataria seria como dar um tiro no meu próprio pé, tendo vista meu sonho de trabalhar nesta área (será que tem mercado no Brasil ???).

A título de curiosidade: um DVD pirata no Rio, custa de R$10,00 a R$15,00, podendo chegar a R$20,00 se for um DVD duplo. Em Londrina no Paraná, um DVD custa R$2,50 no camelódromo!!!! Caramba, será que até camelôé sobre-taxado???

Bom, brincadeiras à parte eu descobri uma maneira de expandir meu acervo/coleção sem gastar tanto dinheiro nem ter que recorrer a meios um tanto quanto “polêmicos”.

No Rio de Janeiro, existem algumas bancas de jornal no centro da cidade que vendem DVDs encalhados (normalmente arrematados em grandes lotes e sem incidência de impostos), originais e novos em folha por preços para lá de módicos.

Eu já comprei Os Incríveis (R$10,90), Robôs (R$8,00) e Era do Gelo I (R$10,00).

DVDs Animação

Inclusive, o DVD Os Incríveis veio com um defeito no segundo disco. Sem problemas, eu levei de volta onde eu tinha comprado, e na mesma hora trocaram por um funcionando (essa acho que nem as Americanas fazem 🙂 ).

Uma outra opção é recorrer a sebos. Isso eu só fui conhecer em Londrina (passei o Reveillon lá com minha família, bela cidade) , pois os sebos do Rio só recebiam minhas visitas nos tempos áureos de minha coleção de revistinhas da Disney (que por sinal perderam completamente a qualidade nos últimos dez, oito anos).

O sebo só tem o incoveniente de não contar com artigos novos, então é mais provável que terás que garimpar um pouco antes de adquirir um bom disco. Mesmo assim eu encontrei bons DVDs em Londrinas (ainda não fiz esta empreitada no Rio): ToyStory (R$10,00), Os Íncriveis (R$10,00 a R$12,00) e Bug’s Life (não lembro o preço, mas era nesta faixa).

Agora é bater perna e voltar para casa pra se divertir e estudar, com direito a bastante pipoca e guaraná.

Até mais,

Dalai

*este post foi escrito na fila de espera do DETRAN

Não, eu não estou propondo o fim definitivo dos correios, esta invenção maravilhosa de mais de 4400 anos.

Longe disso, o que eu quero trazer à tona é a real necessidade de usar a ferramenta conhecida como carimbo (ou clone stamp) em programas como GIMP ou Photoshop.

Soa quase irrestível, quando temos que retocar uma textura, corrigir uma foto, … , carimbo neles!

Porém, de uns tempos para cá, tenho tentado aperfeiçoar-me no melindroso aprendizado de pintura digital – eu almejo conseguir pintar cenários, bem como boas texturas feitas à mão.

Depois de ver alguns bons vídeos e tutoriais de pintura digital, percebi que é muito importante o uso de referências e uma boa paleta de cores para se desenhar e pintar. Mas referência não é tudo, é muito importante desenvolver a sensibilidade do artista, e eu resolvi me aventurar com a ferramenta de pincél.

Deixa eu explicar melhor com um exemplo:

Meu irmão está estudando Photoshop, e sempre que tem oportunidade ele ajuda os amigos fazendo tratamento digital das fotografias.

Outro dia ele me surgiu com esta foto:

Foto Original - StampFree

A idéia era diminuir o braço da menina, e corrigir um pouco as cores da foto.

Primeiro ele usou o filtro preferido dele, o liquify. Para quem não conhec, o filtro distorce a imagem como se ela fosse um líquido.

A forma ficou interessante (o braço ficou bem mais delgado), mas a distribuição das cores estava denunciando um volume estranho:

Liquified

A partir deste ponto eu fui ajudá-lo. Propus a ele que analisássemos a forma como a luz se distribui no braço, e como a mudança de tons na realidade representa a nossa representação de volume.

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5 … 4 … 3 … 2 … 1 …

Feliz 2008 !!!!

Nada como começar o ano com um projeto novo, e desta vez resolvi começar com o pé direito.

Ao mesmo tempo que abandono o meu blog antigo – http://blendermaniacos.blogspot.com/ , eu começo a entrar de cabeça neste novo blog.

Gostaria de começar falando um pouco sobre o ano que passou, e o que nos espera em 2008.

– A primeira coisa que podemos falar de boca cheia é que o Blender amadureceu. Não falo do programa simplesmente, mas do projeto por trás do programa. Cada mais vemos uma comunidade coesa, e isso está se refletindo aqui no Brasil também, a medida que nossos tupiniquins vão expandindo suas redes de contato para além-mar.

Blender 2.45

Cada vez mais o Blender tem sido usado profissionalmente, e tem produzido resultados impressionantes.

– Outro ponto que é importantíssimo para quem mexe com arquitetura é a respeito da importação de arquivos CAD.

O script atual de importação de arquivos DXF R12 está maravilhoso. Tive a oportunidade de usá-lo em um projeto grande, e o desempenho superou todas as minhas espectativas. Finalmente temos como trazer arquivos com alta qualidade de programas como AutoCAD para o Blender.

– Para quem é da região sul do país, então está rundo à toa. O Blender PRO 2007 – primeiro encontro nacional da comunidade brasileira de usuários de Blender aconteceu em novembro na cidade de São Leopoldo/RS e foi um sucesso total. A tendência é que cada vez mais consigamos expandir esta iniciativa e expandirmos nossos fóruns de trocas e discussões.

Blender PRO 2007

Voltando a questões técnicas, estou finalmente satisfeito com a função de SNAP do Blender. Este avanço aliado ao script Geomtool, dotaram o Blender de ferramentas poderosas e eficientes para o trabalho de modelagem arquitetônica.

E o que nos espera em 2008?

Isso é tema para um próximo artigo.

Grande abraço a todos,

e sejam sempre muito bem vindo(a)s 😉 😉

Dalai Felinto